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Estudos Culturais Terça-feira, 21 Novembro :: 2006

Posted by E.P.L. in Aulas.
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Na aula de ontem, segunda-feira 20 de Novembro, falamos sobre este texto, e ficou na reprografia para tirar cópia. É um texto do público, dia 11 de Novembro, e tiramos algumas coisas interessantes. A cultura dá emprego a 5,8 milhões de pessoas em toda a U.E. . Espero que com Guimarães – Capital Europeia da Cultura em 2012 também nós possamos ter alguma sorte. 😉 Cumprimentos, aqui fica o texto:

Em vigor desde 2000
Comissão Europeia elogia Programa Operacional de Cultura português
15.11.2006 – 17h24 Lusa

O Programa Operacional de Cultura português, o primeiro a ser criado no quadro da União Europeia (UE) e em vigor desde 2000, foi hoje elogiado em Bruxelas na apresentação do estudo “Economia da cultura”.

“Em Portugal, o plano operacional de cultura é uma grande componente do desenvolvimento económico da cultura”, disse a directora-geral da Cultura da Comissão Europeia, Odile Quintin.

O programa operacional de cultura foi iniciado em 2000, por um período de seis anos, no âmbito do Quadro-Comunitário de Apoio a Portugal, com o objectivo de financiar, através do Fundo Europeu do Desenvolvimento Regional (Feder) e do Orçamento de Estado, projectos artísticos e de recuperação de património.

Depois de Portugal, também a Grécia desenvolveu um programa semelhante.

O estudo, feito a pedido da Comissão Europeia e com dados de 2003, mostra que a produção cultural contribui com 2,6 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) da UE e dá emprego a 5,8 milhões de pessoas.

Este número corresponde à soma da população activa da Irlanda e Grécia.

Em Portugal, por exemplo, a percentagem do sector cultural e criativo para o PIB é de 1,4 por cento, abaixo do sector têxtil (1,9) mas acima do dos derivados de borracha e plástico (0,5 por cento).

Esta percentagem representou em 2003 um montante de 6358 milhões de euros.

Já em França, Itália, Holanda, Noruega e Reino Unido, o sector cultural e criativo é o que mais contribui para os PIB nacionais.

O sector cultural e criativo inclui artes visuais, artes performativas, património, indústrias culturais – cinema e vídeo, televisão e rádio, videojogos, música, livros e imprensa – e indústrias e actividades criativas, como a publicidade, arquitectura e design.

A Comissão Europeia teve ainda em conta, no sector cultural, as chamadas “actividades relacionadas”: indústria de computadores, de leitores de MP3 e de telemóveis.

O estudo – que foi na segunda-feira apresentado aos ministros da Cultura dos 25 reunidos em Bruxelas – pretende ainda contribuir para a definição de uma estratégia coerente para o sector da criação, no âmbito da Estratégia de Lisboa.

Relançada em 2005, a Estratégia de Lisboa está focada nos objectivos do crescimento e do emprego, promovendo a competitividade, a coesão e o desenvolvimento sustentável, através da solidez das contas públicas, da qualificação e da inovação.

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